Os cantos de São Paulo

Por Fabiana Novello

Passei os primeiros 15 dias de 2013 ouvindo, falando, pesquisando, escrevendo, observando, respirando São Paulo. E acho que sou uma pessoa privilegiada por conhecer seus cantos. Não todos, claro. Acho que é quase impossível conhecer todos os cantos dessa cidade imensa. Mas a minha profissão tem possibilitado que eu a descubra um pouco mais a cada dia.

Já percorri áreas de todas as subprefeituras. Já fui aos seus extremos. No centro, estou quase todos os dias. E sempre há descobertas: uma rua por onde nunca passei, um prédio que nunca tinha reparado, uma nova área ocupada, uma praça, um novo restaurante, uma nova loja, um museu, uma galeria, uma vila, um bairro… E até novos problemas. Ou antigos que, infelizmente, se renovam. E as pessoas também. Cada uma com sua história. São Paulo é pra mim uma surpresa a cada dia.

Ilha do Bororé. Bairro em que o melhor acesso é pela balsa. Marsilac. Lugar onde a pobreza e a beleza convivem e comovem. Viaduto do Chá. Entre tantos prédios, ali se sente o vento. Pinacoteca. Pra mim, o museu mais bonito da cidade. Paulista. No fim da noite ou nos fins de semana. E ainda: a Sé, o vale do Anhangabaú, o Largo São Bento, o lago do Ibirapuera, a estação Sumaré do metrô, a Pompeia, o Horto, a Cantareira, o zoológico, a 23 de maio vazia, o vão livre do Masp. Os cantos de São Paulo.

Sobre fabiana novello

jornalista que gosta de lugares e histórias
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