Coisas que esqueci de dizer (ou escrever)

Por Fabiana Novello

Às vezes, eu escrevo um texto e na hora acho que está completo. Dias depois, quando o releio, percebo que algumas coisas faltaram ou que eu poderia ter escrito diferente. Isso vale aqui para o meu blog. E pensando no que acabou ficando de fora de um ou de outro texto, decidi fazer esse post pra encerrar o ano. Então, vamos lá:
 
Em “Havana“, esqueci de dizer uma coisa que me incomodou muito durante a viagem. Nos museus ou em pontos históricos, os seguranças têm o péssimo hábito de chamar a atenção do turista que entra onde não pode com um sonoro: “psi psi psi psi”. Na primeira vez que ouvi, achei que era um fato isolado, que tinha sido só comigo, e até achei graça. Mas depois, fui percebendo que acontecia com outras pessoas em vários lugares. E o hábito, inicialmente divertido, ficou chato.

Em “Lisboa“, as livrarias me chamaram muito a atenção. Como esqueci de escrever sobre isso? Tem tanta livraria em Lisboa que me fez pensar se não é a cidade com mais livrarias no mundo! Elas estão espalhadas pelas ruas, muitas são pequenas, intimistas, acolhedoras, com cheiro de livro…
 
Em “Nas nuvens“, deixei de fora uma história. Em 2010, durante a campanha presidencial fui duas vezes a Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Na segunda viagem, meu chefe achou mais prático eu ir de avião. Temendo o que podia acontecer, fui direto falar com a secretária que marca as viagens. Ela me disse que eu iria com uma companhia aérea que faz a viagem com avião grande, mas para a volta não tinha mais lugar e… Eu ia ter que voltar num avião menor. Entrei em pânico. Odeio avião pequeno. Falei com o meu chefe, pedi pra ir de carro. Ele autorizou, claro. “Faça como for melhor pra você”. Mas depois de alguns minutos, eu comecei a achar esse medo um tanto ridículo. Então, entrei no site da companhia aérea e fiz uma pesquisa detalhada sobre a aeronave que seria usada. Me convenci de que daria tudo certo e decidi pelo avião. A viagem de volta a São Paulo foi ótima, nem senti que estava voando.
 
Em “Nova York“, eu podia ter falado sobre as lojas de brinquedos. Impossível ficar indiferente a elas. Para as meninas, tem uma loja só de bonecas lindas e caríssimas. Há até roupas para as crianças iguais as que as bonecas vestem. Uma fofura. Mas a que mais me encanta é a FAO Schwarz. Tão linda, que dá vontade de passar uma tarde toda lá.

 Acho que é isso. Por enquanto. Até 2013!

Sobre fabiana novello

jornalista que gosta de lugares e histórias
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